• Selma Mello

CÂMARA HOMENAGEIA ESCRITORES LUZINETTE LAPORT, MÁRIO MÁRCIO, FERNAND JOUTEUX E NARCISA COELHO



A Câmara de Vereadores de Garanhuns, em sessão ordinária faz uma justa homenagem, e reconhecimento ao músico Fernand Jouteux; a pioneira dama de nossas Letras escritora Luzinette Laporte, ; o escritor Mário Márcio, um mestre na arte da escrita, e a poetisa Narcisa Coelho, com a adesão de seus nomes em logradouros (ruas)públicos. O Projeo de Lei foi de autoria do Vereador Audálio Filho;

Os quatro homenageados viveram em Garanhuns e, segundo depoimento do escritor e historiador Igor Cardoso, “ a amaram, dedicando-lhe o melhor de suas inspirações.” Comenta.

“ De minha parte, sempre me emociono quando, mais que um analista externo aos fatos, posso concorrer como um agente transformador da História. Agradeço ao amigo pela oportunidade única. Nossa Garanhuns sempre saberá reverenciar seus filhos queridos.” Finaliza o jovem, feliz por ter sido atendido pelo vereador Audálio Filho, que contou com o aval dos demais pares.


Nascida na cidade de Catende, Luzinette se mudou ainda muito jovem para Garanhuns, onde fez o curso ginasial e o pedagógico no Colégio Santa Sofia e o científico no Colégio Diocesano.

A decisão de dedicar sua vida à educação e, posteriormente, também à literatura, fez a futura escritora mergulhar no mundo do conhecimento, realizando, entre outros cursos, os de Administração Escolar, Francês, Português, Sociologia e Supervisão Rural. Sua densa e ampla bagagem cultural possibilitou que exercesse relevantes cargos públicos, como os de secretária de Educação de Garanhuns e diretora do Departamento Regional de Educação (Dere), e se tornasse colaboradora de importantes publicações de Pernambuco e da região Sudeste

Mario Marcio de almeida santos (Garanhuns, 22 de agosto de 1927 - Recife, 25 de setembro de 2015[1]) foi um professor universitário, historiador, crítico literário, ensaísta e romancista brasileiro.

Formação

Bacharel em Direito pela UFPE

Bacharel em Filosofia pela UFPE

Mestre em História

Doutor em Filosofia

Profissão

Professor de História da UFPE (Mestrado)

Professor de História da UNICAP (Graduação)

Professor de Geografia da UNICAP (Graduação)

Livros publicados

O stalinismo;

Nascimento Feitosa e a Revolução de 1848;

Anatomia de uma tragédia - A hecatombe de Garanhuns

Um homem contra o império - Vida e luta de Antônio Borges da Fonseca;

Noções de Metodologia;

O aprendiz de alquimia;

A grande poesia de Edmir Domingues;

Dr. Marcolino - ensaio;

A Setembrizada;

Alexandre Dumas e seus convidados;

Quarentena;

A face oculta;

Sob o signo de Aldebarã;

Diário de um hipocondríaco;

O livro dos meus livros;

As sete colunas da sabedoria.

Prêmios literários

Prêmio Othon Bezerra de Mello, da Academia Pernambucana de Letras, edição 1992, dado ao livro Anatomia de uma tragédia - A hecatombe de Garanhuns;

Prêmio Othon Bezerra de Mello, da Academia Pernambucana de Letras, Edição 1994, dado ao livro Um homem contra o império - Vida e luta de Antônio Borges da Fonseca;

Prêmio Joel Fontes, da Fundarpe, 1995, dado ao livro Um homem contra o império - Vida e luta de Antônio Borges da Fonseca.

Instituições literárias

Academia Pernambucana de Letras- Ocupou a cadeira 4, eleito em 27 de outubro de 1997 com o falecimento de seu antecessor Luís Cristóvão dos Santos.

Sociedade Brasileira de Médicos Escritores Regional de Pernambuco - Foi Membro Honorário.

Em janeiro de 1899 (mesmo ano de sua bem sucedida Ode à Balzac, para coro e orquestra), Jouteux adquiriu do casal van der Hoeck, por um intermediário que viajou ao Brasil, a fazenda de café Bela Aliança (que posteriormente passaria a referir, em francês, Belle Aliance), distante cerca de três léguas de Garanhuns. Em abril de 1899 casou-se com sua ex-aluna Magdeleine Anne Adolphine Marie Aubry, neta do jurista Claude Aubry, sobrinha do Marechal Ferdinand Foch e filha de Florentin Marie Pierre Aubry e de Aline Adolphine Marie Picau. Com Magdeleine, Jouteux passou a viajar ao Brasil, iniciando um processo de estabelecimento no país, repleto de aventuras e dificuldades.

Em 1902 ocorreu a mais festejada apresentação do oratório Bellator Domini, na cidade de Bourdeaux. A partir de então, no auge de sua carreira, Jouteux passou a viajar mais constantemente para o Brasil e outros destinos, juntamente com sua esposa. Com Magdeleine, até cerca de 1909, Jouteux passou temporadas em Pernambuco, porém ainda exercia atividades principalmente na França: inicialmente habitaram a fazenda Bela Aliança em Garanhuns, mas entre 1905 e 1906, o casal residia no Recife, vivendo de lições de música e de língua francesa. Magdeleine atuava como modista, especializada na manufatura e conserto de chapéus. Em 1906 retornanaram a Garanhuns, mantendo o mesmo tipo de atividade.


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